segunda-feira, 19 de setembro de 2016

O amor existe

Vai por mim: um dia você vai encontrar alguém que goste de você exatamente como você é. Não apesar de você ser como é. Mas PORQUE você é como é. Porque quem ama não quer mudar o outro. Sabe que você é imperfeito, mas gosta de você mesmo assim. Não tolhe, não critica. Leva pra frente e anda de mãos dadas. É assim que funciona. Não precisa deixar de ser quem você é. Eu garanto. Ele (ou ela) vai te querer assim mesmo, desse jeitinho. Com suas manias. Mesmo que você não goste de comida japonesa. Mesmo que você seja meio de esquerda. Mesmo que você seja Vasco e ele Botafogo. Tudo vai se encaixar. Vocês não vão precisar um do outro. Vão escolher estar juntos. Acredita. É possível. O amor existe. E está pertinho de você. Eu sei. Aconteceu comigo.


Imagem: Google Images

segunda-feira, 22 de agosto de 2016

Os jogos olímpicos foram lindos. Eu estava com medo da abertura. Confesso. Mas que medo bobo esse meu. Os organizadores deram show. Na abertura, durante e no encerramento.
O país ficou em 13º na classificação do quadro geral de medalhas, melhor que nas últimas Olimpíadas. Tivemos ouro no futebol. Vou repetir o que eu disse sobre a Copa/2014: queria Olimpíadas no Brasil a cada quatro anos!

terça-feira, 24 de novembro de 2015

Não estou conseguindo administrar bem o tempo. Fico pensando que se optar por uma atividade terei que deixar outra de lado. Não sei o que priorizar. E me culpo por isso. Às vezes acho que sou muito dura comigo. Outras acho que é o contrário: que sou muito condescendente, indulgente, complacente. Não sei. Não decidi ainda.

terça-feira, 10 de novembro de 2015

segunda-feira, 21 de setembro de 2015

Goiânia - Doe Sentimentos

Data: 27 de setembro de 2015
Local de encontro: Monumento da Paz - entrada principal do Bosque dos Buritis
Endereço: Entre as ruas Assis Chateaubriant e Alameda dos Buritis - Setor Oeste.
Hora de encontro: 10h
Período de distribuição: a partir das 10h30
Mais informações na página do evento, no Facebook: Goiânia - Doe Sentimentos

Variações sobre um mesmo tema (ou como criar um final feliz) - Jabs da Janes

- Eu não posso mais vir aqui.
- Ótimo. Porque eu só quero te beijar.
Corta. Fim.
 **
- Eu preciso dizer uma coisa.
- E eu só quero te beijar.
Corta. Fim.
 ** 
- Olha, não está sendo mais produtivo continuar...
- Ótimo. Porque eu só quero te beijar.
Corta. Fim.
 **
- Acho que agora podemos dizer que...
- Eu só quero te beijar.
Corta. Fim.
  **
- 'Pau que nasce torto'*...
- Eu só quero te beijar.
Corta. Fim.
  **
- Isso tá muito sem pé nem cabeça.
- Ótimo. Porque eu só quero te beijar.
Corta. Fim.
  **
- Mas quando as baleias azuis se encontram, no fundo do oceano...
- Ótimo. Porque eu só quero te beijar.
Corta. Fim.
  **
- "Tá vendo aquela lua, que brilha lá no céu"**?
- Eu só quero te beijar.

Corta. Fim.
 **
- “Numa casinha branca, lá no sítio do Pica-pau Amarelo, mora uma velha de mais de sessenta  anos”***.
- Ótimo. Porque eu só quero te beijar.
Corta. Fim.

*Dito popular imortalizado no poema de Compadre Washington: "Pau que nasce torto/Nunca se endireita/Menina que requebra/ A mãe pega na cabeça". 
** Trecho de 'Tá vendo aquela lua', do Exaltasamba. Sim, eu conheço pagode também.
*** Primeira frase do livro 'Reinações de Narizinho', do Monteiro Lobato.

quinta-feira, 17 de setembro de 2015

Algumas coisas ficam melhores no passado

Vale a pena manter uma amizade que você tem desde a infância ou adolescência?
Vocês são amigos há vários anos. Desde a infância, ou desde a adolescência. Já passaram por várias coisas juntos. Umas boas, outras nem tanto. Lembrando-se dessa amizade você faz um balanço das coisas que aconteceram. Aquela vez que o amigo deveria ter te defendido e deixou passar, as mentiras que ele já te contou (as que você sabe), as pisadas de bola, o fato de ele conhecer toda sua família e você só conhecer as pessoas da casa. Isso acaba pesando mais do que as ocasiões em que ele te amparou. Não só em qualidade, mas em quantidade também. Essa amizade é uma via de mão única? Ainda compensa mantê-la?
De repente você para e faz uma análise: eu ainda sou amigo de Fulano?
Por que você mantem a amizade com essa pessoa? Vocês ainda têm afinidade? Ou é somente ‘em respeito’ à afinidade que tiveram durante os anos anteriores? O tempo faz com que as pessoas mudem, pensem de forma diferente do que pensavam no passado. Se vocês não estão mais na mesma sintonia, talvez valha a pena praticar o desapego. Deixe a amizade ir. Não force a barra para mantê-la.

Isso vale para qualquer tipo de relacionamento. Acredito que se fizer mal não deve fazer mais parte da vida. Sem ressentimentos, sem rancor. Apenas seguindo o curso natural.


*Esse texto ficou meio mal escrito e mal acabado. Mas era algo em que eu estava pensando e resolvi escrever para desabafar. 

quarta-feira, 12 de agosto de 2015

Por que você está deprimida?

Imagem obtida via google images
Em primeiro lugar, vamos deixar claro que isso aqui não é um artigo médico ou científico. É absolutamente empírico, baseado na minha experiência pessoal. Apesar de ser considerada uma doença e da OMS afirmar que até 2030 a depressão será a doença mais comum do mundo, afetando mais pessoas do que problemas cardíacos e câncer, há ainda certo preconceito contra os doentes e há também desconhecimento da doença. O pensamento que primeiro vem à mente é: sua vida é tão boa. Você é bem de saúde, mora num lugar legal, tem carro, um apartamento. Por que você está deprimida? Você tem tudo o que quer, viaja todo ano, sua família te ama. Isso não é depressão. É frescura. Você tem amigos, vai em bares e restaurantes, não passa dificuldade. Tem certeza que não é TPM? Mas você sorri, vai trabalhar todo dia e nunca te vi chorando. Isso é fase, vai passar. A depressão independe classe social, idade, religião e sexo, embora as mulheres estejam mais suscetíveis por conta da variação hormonal. 

A depressão pode ou não ser causada por fatores externos, como um trauma ou estresse, por exemplo. Mas não é sempre que dá para identificar a causa. Sim, minha vida é maravilhosa e eu agradeço a Deus todos os dias por ela. Eu tenho amigos, minha família é a melhor do mundo e aparentemente não tenho mesmo motivos para estar deprimida. Mas estou. E o fato de ter bens materiais à minha disposição, amigos maravilhosos e uma família unida me fazem sentir culpada por ter isso tudo e ainda estar triste. As pessoas podem não perceber às vezes, porque quem está deprimido, justamente por conta dessa cobrança, disfarça. Nem sempre quem está deprimido vai ficar no quarto escuro, debaixo das cobertas chorando. Algumas vezes é um cansaço tão grande que só se tem vontade de ficar em casa. No entanto, as pessoas querem seguir com suas vidas, elas se esforçam para isso. Eu por exemplo, só respondo à pergunta: “tudo bem?” com um “tudo ótimo, e você?”. Ninguém tem culpa, nem precisa ser ‘incomodado’ com minhas lamúrias. Tenho consciência que minha tristeza e minha alegria são responsabilidade exclusiva minha. É que há dias difíceis. Nem todos.

Tenho consciência de que ando mais cansada, mais irritada, mais impaciente (ainda mais do que o normal). Mas acreditem, não é porque eu quero. Na verdade não sei porque é. Não tenho conseguido ter empatia pelos problemas dos amigos. Não é que eu não me importe. Eu me importo muito. Simplesmente não consigo interagir, ou demonstrar interesse. Algumas vezes, o sentimento é de anestesia, entende?

Quando me recuso a sair, a me encontrar com amigos, a participar de programas de família, não é porque eu não goste mais. É que exige um esforço tremendo. Um esforço que, no momento, não consigo transpor. Pode ser que eu prefira a companhia dos livros e das séries de TV. Não é que eu não goste de você. Eu gosto, acredite. Não é nada pessoal. E vai passar.

quinta-feira, 6 de agosto de 2015

Põe título, reclama. Não põe título, reclama! :)


Está quente, reclama.
Está frio, reclama.
Trabalha demais, reclama.
Fica à toa reclama.
Reclama do governo.
Reclama da oposição.
Fica em casa, reclama.
Sai de casa, reclama.
Café muito quente, reclama.
Café esfriou, reclama.
Tem reunião, reclama.
Cancelou reunião, reclama.
Reclama do trânsito.
Reclama de não ter carro.
Acorda cedo, reclama.
Perde a hora, reclama.
Comida salgou, reclama.
Comida sem sal, reclama.
Faz ciclovia, reclama.
Trânsito do cão, reclama.
Reclama do colega.
Reclama do patrão.



Vivemos uma onda constante de insatisfação com qualquer situação. Isso não me preocuparia se houvesse alguma atitude para reverter a situação. Mas o que percebo é que só há reclamação, desacompanhada de ações.
Acho que reclamar é o novo 'beber água'.


sexta-feira, 31 de julho de 2015

Hoje está mais difícil. Não posso reclamar porque tive alguns dias muito bons.
As pessoas não entendem, elas se afastam. Dizem (ou só pensam) que você está chata, mal-humorada ou de TPM (dedo do meio pros machistas). No entanto elas não sabem o que você passa. Da escuridão que às vezes está lá dentro e não importa quão lindo o dia esteja, ela não vai embora. A vontade é de ficar no casulo, porque lá é seguro e não tem nada nem ninguém além de você mesmo.


 

segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

Acabei de ler O Fio da Vida, da Kate Atkinson. O livro conta a história de Úrsula, uma mulher que tem a oportunidade de refazer os fatos de sua vida a cada vez que morre. Sim, ela morre e volta ao dia do seu nascimento. Vivenciando duas guerras mundiais, ela tenta um jeito de evitar a segunda guerra. Mas nem sempre as coisas podem ser como queremos e interferir demais no destino pode ser perigoso. Apesar de o tema lembrar um pouco Efeito Borboleta, eu gostei mais de O Fio... A leitura é densa, algumas vezes é maçante. Mas vale muito a pena. Recomendo.

Ficha Técnica:
Título: O Fio Da Vida
Autor: Kate Atkinson
Editora: Globo Livros
Edição: 1
Ano: 2014
Idioma: Portugues
Especificações: Brochura | 536 páginas
ISBN: 978-85-2505-736-5

terça-feira, 13 de janeiro de 2015

Escuta aqui!
Eu não tenho que te dar satisfação da minha vida e muito menos das minhas escolhas.

quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

16/12/2014 - Dia 1 sem doce
Ligeiro mau humor. Algumas mordidas em pessoas próximas. Ultrapassagens arriscadas no trânsito.

17/12/2014 - Dia 2 sem doce
Não houve dia dois sem doce.
:)
Saudade de quando a maior preocupação de final de ano se consistia em saber se o Papai Noel tinha recebido a cartinha...


terça-feira, 16 de dezembro de 2014

Você trabalha com a pessoa há vários anos. Nunca foram amigas, mas sempre houve um tratamento cordial. Nos últimos tempos, no entanto, as falhas dessa pessoa vêm saltando aos seus olhos. Mais do que as qualidades. Alguns deslizes cometidos no trabalho, alguns procedimentos feitos sem ética. Gestos simples da pessoa me incomodam, como deixar a janela aberta, escapando todo o ar gelado. O fato de não repassar informações me deixa muito aborrecida. Afinal eu sou a assessora de comunicação. E agora tudo parece dissimulação. A voz me irrita. Tento não me sentir assim. Sei que tenho que trabalhar em mim este sentimento. Mas tenho uma opressão constante no peito e uma irritação profunda que, para controlar, eu me calo. Alguém já passou por isso? Alguma dica?

terça-feira, 22 de julho de 2014

John Boyne

Boyne e seu cão, Zaccy
Li "O Palácio de Inverno" em junho deste ano. Muito mais John Boyne, por favor. Ele nasceu em Dublin, 1971.  Tem algo de charmoso em escritores daquela região. Eu fico pensando nas charnecas. Talvez o mundo hoje seja mais complicado porque não há quem corra por entre as charnecas para abraçar seu amor.
Ele publicou seu primeiro livro aos 29 anos. E trabalho em livraria até os 32. Que fantástico deve ser trabalhar em uma livraria, ser livreiro.
Depois de 'O Palácio' comprei "O Garoto no Convés".
Claro que o primeiro que li foi "O Menino do Pijama Listrado". Fantástico. Grande parte das obras dele não foi traduzida para o português ainda. Pena. Ou não. Ler na língua original é sempre melhor.
Estou à procura de "O Ladrão do Tempo" e "Tormento".
Estava com saudade de ficar meio que 'obcecada' por um autor. 
Respeito quem gosta de Sparks. Digo o mesmo que digo sobre P. C. e a saga Harry Potter: antes ler isso do que nada. 
Um livro que eu queria reler: Diário de Perséfone, da Heloísa Seixas. Eu li há bastante tempo e quero saber se ele ainda me dá a mesma sensação de antes.

segunda-feira, 21 de abril de 2014

Às vezes minha cabeça parece o Fantástico Mundo de Bob. 

Li uma entrevista na Isto É dessa semana sobre o quanto procurar a felicidade e parecer feliz pode nos deixar depressivos. E eu procurava "A Felicidade é Fácil", do Edney Silvestre.
Mais dinheiro gasto em livros. Nunca acho que é um dinheiro mal gasto, mas é que às vezes eles ficam lá anos, na estante, sem ser tocados. De vez em quando eu doo meus livros. Para bibliotecas e também para pessoas. Mas só para quem eu gosto e acho que merece. Não sei o motivo.  Deve ter algum. Não deve ser apego porque se fosse, não doaria. Então se você já recebeu um livro meu está no rol das pessoas que têm lugar cativo no meu ♥.
Grande coisa. :)

terça-feira, 8 de abril de 2014

Toda vez que tenho muita coisa para fazer, não consigo fazer nada.
Sempre encontro motivos para comprar livros. Visitas às livrarias,  fazer o TCC da pós, navegar pela internet, passadinha no sebo, presentes... 
Ando com tanta vontade de adotar um cachorro. Anda difícil de segurar.
Adoro estudar. Já estou sofrendo com o fim das minhas aulas de pós-graduação. E elas nem terminaram ainda.
Eu queria uma filha chamada Felipa. Por causa dela. Será que a gente desiste do que realmente importa à medida que o tempo passa?


sexta-feira, 28 de março de 2014

O filme "O Grande Ditador", de Charles Chaplin, satiriza o nazismo e o fascismo. Sempre me tocou muito, em especial o discurso final, feito pelo personagem de Chaplin, Adenoid Hynkel.
Aqui está o discurso na íntegra. Para que possamos refletir um pouco...



"Sinto muito, mas não pretendo ser um imperador. Não é esse o meu ofício. Não pretendo governar ou conquistar quem quer que seja. Gostaria de ajudar – se possível – judeus, o gentio... negros... brancos.
Todos nós desejamos ajudar uns aos outros. Os seres humanos são assim. Queremos viver pela felicidade dos outros, não pela miséria dos outros. Por que havemos de odiar e desprezar uns aos outros? Neste mundo há espaço para todos. A terra, que é boa e rica, pode prover a todas as nossas necessidades.
O caminho da vida pode ser o da liberdade e da beleza, porém nos extraviamos. A cobiça envenenou a alma dos homens... levantou no mundo as muralhas do ódio... e tem-nos feito marchar a passo de ganso para a miséria e os morticínios. Criamos a época da velocidade, mas nos sentimos enclausurados dentro dela. A máquina, que produz abundância, tem-nos deixado em penúria. Nossos conhecimentos fizeram-nos céticos; nossa inteligência, empedernidos e cruéis. Pensamos em demasia e sentimos bem pouco. Mais do que de máquinas, precisamos de humanidade. Mais do que de inteligência, precisamos de afeição e doçura. Sem essas virtudes, a vida será de violência e tudo será perdido.
A aviação e o rádio aproximaram-nos muito mais. A própria natureza dessas coisas é um apelo eloquente à bondade do homem... um apelo à fraternidade universal... à união de todos nós. Neste mesmo instante a minha voz chega a milhares de pessoas pelo mundo afora... milhões de desesperados, homens, mulheres, criancinhas... vítimas de um sistema que tortura seres humanos e encarcera inocentes. Aos que me podem ouvir eu digo: “Não desespereis! A desgraça que tem caído sobre nós não é mais do que o produto da cobiça em agonia... da amargura de homens que temem o avanço do progresso humano. Os homens que odeiam desaparecerão, os ditadores sucumbem e o poder que do povo arrebataram há de retornar ao povo. E assim, enquanto morrem homens, a liberdade nunca perecerá.
Soldados! Não vos entregueis a esses brutais... que vos desprezam... que vos escravizam... que arregimentam as vossas vidas... que ditam os vossos atos, as vossas idéias e os vossos sentimentos! Que vos fazem marchar no mesmo passo, que vos submetem a uma alimentação regrada, que vos tratam como gado humano e que vos utilizam como bucha de canhão! Não sois máquina! Homens é que sois! E com o amor da humanidade em vossas almas! Não odieis! Só odeiam os que não se fazem amar... os que não se fazem amar e os inumanos!
Soldados! Não batalheis pela escravidão! Lutai pela liberdade! No décimo sétimo capítulo de São Lucas está escrito que o Reino de Deus está dentro do homem – não de um só homem ou grupo de homens, mas dos homens todos! Está em vós! Vós, o povo, tendes o poder – o poder de criar máquinas. O poder de criar felicidade! Vós, o povo, tendes o poder de tornar esta vida livre e bela... de fazê-la uma aventura maravilhosa. Portanto – em nome da democracia – usemos desse poder, unamo-nos todos nós. Lutemos por um mundo novo... um mundo bom que a todos assegure o ensejo de trabalho, que dê futuro à mocidade e segurança à velhice.
É pela promessa de tais coisas que desalmados têm subido ao poder. Mas, só mistificam! Não cumprem o que prometem. Jamais o cumprirão! Os ditadores liberam-se, porém escravizam o povo. Lutemos agora para libertar o mundo, abater as fronteiras nacionais, dar fim à ganância, ao ódio e à prepotência. Lutemos por um mundo de razão, um mundo em que a ciência e o progresso conduzam à ventura de todos nós. Soldados, em nome da democracia, unamo-nos